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A arte do poste foi parar na revista!

Esta semana tive uma surpresa! Foi publicada na seção Vejinha.com no Instagram (Veja São Paulo) uma foto daquela arte urbana que fiz no início do ano, lembra?
Pois é, um cara chamado Anselmo Rosa (@nselmo no Instagram) passou pela rua onde moro e fez o registro colocando a rashtag #vejasp para concorrer ao destaque na seção da revista com o tema Aquarela Paulistana: As cores da cidade.

A intenção de fazer arte urbana era exatamente essa, como disse no post a respeito, é a de questionar, chamar a atenção para algo inusitado, pegar de surpresa as pessoas que por ali passam, mesmo que seja por alguns segundos :)

Aí está:

Vejinha em que a foto foi publicada

Página com a publicação da foto

Foto publicada via instagram por @nselmo

Veja todas as outras coisas publicadas sobre meu trabalho por aí!

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Magel Studio na Minha Casa

Este título parece um tanto redundante, não?

De fato é. Depois do post sobre a reforma do meu escritório (conhecido também como “Home Office“), a jornalista Cecília Arbolave da revista Minha Casa da Editora Abril entrou em contato comigo para que essa história fizesse parte da matéria Trabalhar aqui é bom!. O título não podia ser melhor, por que é bom mesmo trabalhar em casa.

Dizem que trabalhar em casa traz melhor qualidade de vida. E é verdade. Apesar de passar por momentos de trabalho intenso, assim como em qualquer lugar, só o fato de não ter que perder tempo e stress com transporte por exemplo, já faz uma enorme diferença.
Disciplina e organização são as primeiras palavras para quem trabalha em casa. Só com elas você consegue se manter, não misturar casa com o trabalho (apesar disso muitas vezes ser inevitável) e por fim buscar a tão falada qualidade de vida.

O “trabalho solitário” é um dos contras. Muita gente não suportaria, mas é também uma questão de costume. Vale também sair, visitar clientes, tomar café com os amigos que trabalham em empresas e conversar com as pessoas para não endoidecer de ficar dias enclausurado.
Outra coisa é o seu perfil. Trabalhar sozinho exige que você faça o orçamento, a venda, o atendimento, o trabalho propriamente dito, a cobrança, o financeiro, e muitas outras coisas. Além disso a capacidade de se auto-gerenciar é obrigatória.

Aproveito para indicar dois livros bacanas para quem quiser “se aventurar” nessa vida de Home Office: Manual do Freela e Atendimento Nota 10

Ah! já ia me esquecendo das imagens da Minha Casa! ;-)

Fotos Marcos Lima (SP)
Reportagem Cecília Arbolave

E para que não viu o post com detalhes da reforma, segue o vídeo:

E você? trabalha em casa, já trabalhou ou tem vontade de partir para a carreira solo? Diga aí!

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Ilustração para a revista Super

Este job foi feito para a seção Super Radar da revista Superinteressante.

Precisava ser feito uma ilustra no estilo que eu havia feito para a revista Nova Escola. O assunto do Super Radar é educação a distância em que fala de um serviço que pretende combater o baixo número de professores de matemática no Reino Unido aproveitando a mão de obra qualificada da Índia, ex-colônia que é famosa pela excelência de seus profissionais de exatas.

Quem me pautou foi o designer Raphael Galassi que trabalha na Super.

Antes de ilustrar fui em busca de referências visuais, junto a um esboço que o Rapha me mandou para compor a ilustra:

Ilustra original:

Efeito de giz na lousa:

Ilustra na revista:

Ilustração Marco Moreira
Direção de arte Raphael Galassi
Texto Felipe Van Deursen

Veja tudo o que foi publicado sobre o meu trabalho por aí

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Passo a passo – Ilustração Nova Escola

Depois da ilustra de capa que fiz para a revista Nova Escola da Editora Abril no ano passado, me chamaram para ilustrar uma matéria de página dupla que fala sobre a precariedade de creches e pré-escolas do Brasil.

Como a base da imagem seria uma lousa, a ilustração precisava ter uma característica bem manual, onde o que deveria ser fotografado ou simulado seria a escrita a giz e como não tenho nenhuma lousa em casa e não tenho tanta destreza para escrever letras miúdas com a tablet, preferi usar a minha técnica preferida. O desenho com minhas canetas na folha de papel.

Primeiramente fiz alguns rafes no ilustrator. Isso mesmo, quando o job é uma ilustra à mão, eu costumo fazer os esboços da diagramacão no computador, pois é muito mais simples de alterar antes do cliente aprovar e partir para o desenho à mão.

Preparando a área de trabalho…

Work in progress…

Feito!

Pesquisa de imagens

Aplicaçao da ilustra na imagem

Final:

Já nas bancas!

Ilustração Marco Moreira
Direção de arte Manuela Novais
Reportagem Maíra Kubík Mano

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Entrevista na revista ABIGRAF

No meio deste ano dei uma entrevista sobre o curso de tipografia na OTSP para a revista ABIGRAF (Associação Brasileira da Indústria Gráfica), que foi publicada em agosto.

Apenas um trecho da entrevista (que está destacada em outra cor) feita pela Clarissa Domingues saiu na revista, então publiquei ela na íntegra logo abaixo desta sequencia de fotos.

Capa da edição 248 Julho/Agosto 2010

Matéria

Detalhe da matéria

Detalhe da matéria

Por que você decidiu fazer o curso de tipografia?
Decidi fazer o curso de tipografia para ter mais contato com as raízes da tipografia, com os processos manuais e também para ter uma idéia das milhares de possibilidades de criação que temos conhecendo as ferramentas e técnicas da composição manual tipográfica.

Qual a sua opinião sobre o curso? O resultado que você alcançou era o esperado?
Gostei muito do curso. A equipe possui um conhecimento profundo do assunto, o que nos deixa a vontade para tirarmos nossas dúvidas e mergulhar mesmo no mundo da tipografia. Sem contar que o SENAI é uma instituição de exemplo, que além de oferecer uma ótima estrutura por um preço super acessível, nos convida a usar e os consultar sempre que pensarmos em algum projeto.
Acho que o resultado superou minhas espectativas. As limitações da composição manual e do número de tipos nos leva a usar muito o nosso lado criativo para desenvolver cartazes tão impactantes como os que desenvolvemos hoje nos softwares atuais.

Você aconselha outras pessoas a fazerem?
Claro! É um curso de passagem obrigatória pelo designer, mesmo os que trabalham só com web. A tipografia manual ajuda a organizar e aprimorar nossa visão estética.

Quando você conheceu a tipografia? E por que se interessou por ela?
Foi num curso de criação e design antes da faculdade que comecei a saber sobre a tipografia e sua importância. Também comecei a entender seus significados lendo o livro “Design para quem não é designer”, literatura muito conhecida dos designers e aspirantes. Hoje já tenho mais de 10 livros só sobre tipografia.
Me interessei pela tipografia por saber das inúmeras possibilidades que ela pode proporcionar na criação de um projeto de design.

O que você acha das artes gráficas? Há quanto tempo trabalha na área?
Sou suspeito para falar da área. Acho que é uma das melhores para se trabalhar, pois sempre estamos em contato com as artes em geral e que nos ensina também a ter visões diferentes sobre as coisas. Trabalhei em torno de 7 anos como designer em algumas empresas. Hoje atuo como Arquiteto de Informação e, apesar de eu não exercer a função de designer no trabalho continuo estudando e colocando o design em prática em meus projetos pessoais e no meu Blog.

Na sua opinião a tipografia possui atributos (seja de sensações físicas ou outras qualidades) que as demais técnicas de impressão não possuem? Caso sim, quais?
Acho que a tipografia tem um poder de comunicação muito grande principalmente quando aliada à uma forma que a ressalte, não a limitando apenas ao significado da palavra e sim no que está implícito em seus tamanhos, cores, pesos e aplicadas como imagem. Hoje com o a ajuda da computação gráfica essa comunicação pode se tornar ainda mais forte, utilizando a tipografia em vídeos, infográficos e etc.

Você realiza trabalhos com a tipografia? Caso sim, conte sobre deles.
Sim, as utilizo em sketches e trabalhos pessoais. Costumo ver tipografia em tudo e sempre invento um novo set para fazer.
Já fiz alfabetos utilizando fotos de pessoas, com um cachorro, com brinquedo e até com ruas de São Paulo capturadas pelo Google Maps. Também apliquei a tipografia em uma caixa de papelão que deu o que falar.

Como e quando surgiu a idéia de compartilhar experiências curriculares em um blog? Há interesse pela tipografia por parte de seus visitantes?
Como todo designer, no início o intuito era fazer um portfólio, mas ao mesmo tempo eu poderia ali me limitar a postar apenas trabalhos profissionais e no fundo não era bem isso o que eu queria. Queria que fosse algo muito fácil de atualizar, de qualquer lugar, por isso optei também pelo formato Blog.
Achava também que o simples fato de mostrar só o trabalho final no portfólio acabaria escondendo todo o processo que eu fiz até chegar no resultado. Sempre tive paixão por saber como as coisas funcionam, por isso acho que o resultado de um trabalho é a consequência de seu processo.
Além de tipografia também falo muito de fotografia, design e arquitetura de informação no Blog, por isso o interesse do público é bem diversificado.

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A primeira capa a gente nunca esquece

Este mês fiz um job para a revista Nova Escola, da Editora Abril. Fiquei muito feliz pelo convite e pela oportunidade de ilustrar uma capa de revista de uma editora tão conceituada.
O desafio da vez foi desenhar um livro com palavras e frases que fazem parte do tema de capa: Ler na escola.

Comecei então a fazer alguns estudos e testes para que o resultado ficasse de acordo com o briefing que a diretora de arte da revista me passou.

E como se tratava de um desenho com tipografia, busquei uma imagem de um livro aberto na web e apliquei um efeito desfocado para simplificar a forma e começar a montar a estrutura das palavras por cima:

Então fiz alguns testes:

Até chegar no resultado final:

Que foi aplicado na capa:

Direção de Arte: Manuela Novais
Ilustração: Marco Moreira :)

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