Vejo muito no dia-dia projetos complexos, cheios de recursos e ferramentas, câmeras, anúncios, controles remotos, celulares e um monte de aparelho eletrônico cheio de botão, pra que?
No livro As leis da simplicidade, John Maeda fala que de maneira geral a maioria das pessoas valorizam o que tem mais watts, mais espaço, mais botões. Quanto mais coisas, mais o consumidor vai achar que o preço daquilo realmente vale, sendo que 60% dos recursos não são utilizados e objetos extremamente simples, que não deixam de cumprir o seu papel acabam sendo desvalorizados devido aos “poucos recursos” ou por sua interface simples.
Mas isso está mudando, clientes estão começando a valorizar projetos limpos, objetivos e que fazem o que precisa ser feito: Ter uma bela e clara comunicação e uma boa funcionalidade!
É difícil vender um espaço em branco, mas o iPod venceu não pelo excesso, mas pela falta dele, pela simplicidade e pela usabilidade que nenhum outro aparelho ousou ter. A simplicidade que se vê por fora não mostra o quão complexo foi o projeto e a tecnologia que deu origem ao sucesso que ele faz hoje.
É fácil fazer um site ou um produto complexo, mas é difícil, muito difícil criar algo simples.
Bom, postei aqui três vídeos divertidos que satirizam este dilema que todos os designers enfrentam no dia-dia: a complexidade.
Placa STOP
Make my logo BIGGER cream
E se o iPod fosse da Microsoft?
Daí que vem a frase: “Pra quê simplificar se a gente pode complicar”, né?
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Como enlouquecer um designer
Como enlouquecer um fotografo






#1 por Jow Campos at February 10th, 2010
rhksuhrkshrkushurshurs.. karaka velho!
ri pra carai agora! shr[uhrusrsr