Fazendo arte (de rua!)
Postado por Marco Moreira em projetos pessoais, stop motion dia January 6th, 2012
Sempre tive vontade de fazer arte na rua, de pintar e de ajudar a cidade de São Paulo ser um pouco menos cinza, mas até então só ficava na vontade. Até que um dia desses, no Facebook publicaram um link das 100 melhores fotos de arte urbana de 2011. Não que eu nunca tivesse visto essas coisas por aí, mas de fato são imagens inspiradoras, o que acabou ativando aquela vontade e o que me levou também a tomar a iniciativa de fazer algo.
Bom, existia um local “morto” no início da rua. Calçada em desnível e estreita com um poste no meio que serve apenas para tentar quem curte jogar lixo na rua. Ali é um local “bom” pra isso.
Minha amiga e artista plástica Janice Di Piero fez um trabalho deste tipo a um ano atrás, especialmente para não jogarem lixo em uma calçada aqui no bairro, que ao contrário desta, é passagem de pedestres. E deu certo! O local ficou bonito e livre de entulho.
Foi aí que peguei carona na ideia, então fiz um rabisco e já fui atrás de tinta branca para fazer a base da pintura.
Comecei aproveitando um resto de seladora branca que tinha em casa para fazer a base, peguei um pincel e mãos a obra!
Base pintada, chegou a hora mais legal: Colorir!
Passei em uma casa de material de construção e comprei tinta branca e alguns pigmentos de cor.
Ao preparar a tinta, percebi que errei (muito) na quantidade. Acabei comprando umas 4 vezes a quantidade do material que eu realmente ia precisar. Lição aprendida.
Uma das coisas que eu senti dificuldade ao começar a traçar o desenho foi a questão da escala. Fazer um traço sinuoso num A4 é fácil, fica tudo lindo. Já quando desenhamos em uma escala onde não conseguimos ver o todo fica mais complicado e tosco, se não tomar cuidado. Qualquer dia eu peço umas dicas para Os Gêmeos ![]()
Sem dizer que eu sequer desenhei com um giz branco antes… há! Liçao aprendida (2).
Mas aí fui tentando me distanciar e ir acertando para ficar com uma estética razoável (Lembrando também que é minha primeira arte de rua, então dá um desconto!)
O interessante de fazer este tipo de trabalho é o contato com as pessoas que passam pela rua, com os vizinhos (uns até que eu nunca tinha falado), da reação das crianças, de um sinal de “é isso aí!!” das pessoas que incentivam este tipo de arte e dos elogios: “O bairro deveria ter mais isso”, “Nossa, deu vida à rua!”… este retorno é muito bom.
Gostaria é de chamar a atenção do público que por aqui passa e que desperte nele algum tipo de reação, questionamento, curiosidade, seilá, que por alguns segundos ele tenha contato com algo inusitado e o faça sair um pouco do visual rotineiro que ele vê todos os dias.
Me identifico muito com uma frase que resume o que Stefan Sagmeister tenta passar em seus trabalhos: “Trying to touch the heart of the viewer”
Ao contrário da Lapa (bairro onde moro), na Vila Madalena e nos arredores da Av. Paulista é comum ver cores pelos muros e calçadas. Acho que São Paulo (e as pessoas) precisam mais disso.
Enfim, algumas fotos da arte aprontada:
E para fechar o post do jeito que eu gosto, segue um vídeo feito com os frames de toda a história, fotografada a cada minuto.
Top 10 Magel Studio 2011
Postado por Marco Moreira em design dia December 31st, 2011
Este ano foi uma pauleira!
Iniciei o ano fazendo consultoria em Arquitetura de Informação para a Insula (Agencia digital da Neo Gama) e depois toquei o resto do ano fazendo muitos freelas. O aprendizado na carreira solo foi enorme, uma etapa necessária para quem quer abrir seu próprio negócio ou quer ter liberdade e uma qualidade de vida melhor.
O meu perfil multidisciplinar e liberdade na escolha dos trabalhos permitiu que eu fizesse trabalhos de vários gêneros. Trabalhei com criação de logotipo e desenvolvimento de um manual de identidade visual, fotografei salas comerciais da Virtual Office e vitrines da Louis Vuitton, fiz ilustrações em tempo real em workshops da rede O Boticário, trabalhei com edição de vídeos, criação de infográficos, me envolvi na área gráfica fazendo a criação de um folder, ilustrei materias para a revista Super e Nova Escola e fiz projetos da área de Arquitetura de Informação atendendo a algumas agências me envolvendo em projetos do Banco Itaú, Bradesco, Harley Davison, Pernambucanas, Jimbo e Brasil.gov nas plataformas web, tablet e celular.
Depois de me envolver em tantos projetos como freelancer, recebi uma proposta de trabalho da empresa Gonow. Lá comecei implantando novos processos de AI e participando de um projeto legal da editora Saraiva que estará no ar em breve.
Como não bastasse essa agitação toda, surgiu um novo desafio para iniciar 2012: Uma proposta para integrar à equipe de UX da Gauge. Decisão tomada, lá vou eu!
E como de praxe, segue abaixo os 10 posts que mais deram audiência aqui no Magel =)
Art’n Sneakers
Postado por Marco Moreira em ilustração, projetos pessoais, stop motion dia November 8th, 2011
Ilustração, stop motion e projeto pessoal são coisas muito boas de fazer. Experimente uma vez para ver o que acontece. É por isso que grande parte do conteúdo deste Blog se deve à esses projetos pessoais que faço. Falo isso porque acabo de concluir mais um trabalhinho legal para postar aqui.
Geralmente a ideia que tenho vai sendo complementada no decorrer do trabalho. A ideia aqui por exemplo era pintar um tenis velho e fotografar os passos para fazer um stop motion apenas do tenis branco para o tenis ilustrado, mas conforme fui desenhando, outras ideias foram surgindo no caminho (como a tinta vermelha escorrendo no papel em branco). Depois da arte pronta ainda dei uma função para o tenis – que no início serviria apenas como decoração. Mas isso você vai ver mais no fim do post.
O tênis como estava:
Material de trabalho e os primeiros rabiscos:
Detalhes do tênis todo pintado:
Gambiarra para fazer a parte do tênis caindo no vídeo, foto e… meu cachorro no meio de tudo isso:
E o vídeo de todo o trabalho:
Mais detalhes do tênis finalizado:
E a função “porta-canetas” que dei para o tênis:
Gostou? Se quiser um, mande um e-mail para magelstudio[arroba]gmail.com
Também já pintei um Allstar e um par de sandálias Havaianas por aqui.
Caso prático: Por que não dá para fazer um projeto de Design por R$100?
Postado por Marco Moreira em design dia November 4th, 2011

Por que não dá para fazer um projeto de Design por R$100?
Você já fez essa pergunta para si mesmo? Alguém já perguntou por que você cobra “caro” para fazer determinado trabalho?
Vamos à um exemplo prático: Criação de logotipo.
O cliente te contrata para fazer o desenho de um logotipo, você avalia o briefing, orça, o cliente aprova e vamos ao trabalho!
Primeiramente começamos fazer uma pesquisa no campo de atuação do cliente. Essa pesquisa pode ser feita de “n” maneiras, mas vou exemplificar aqui a grosso modo quais são os passos mais comuns de um trabalho como este.
Então iniciamos pela pesquisa que pode começar fazendo uma visita ao cliente, o conhecendo, a empresa, seus funcionários, forma de trabalho, de produção de seu produto, de sua filosofia, sua história, etc. Nesta pequena visita você vai dispor de seu tempo, seu conhecimento, sua gasolina, o pedágio e o seguro do seu laptop (caso o tenha). Isso tem um CUSTO. Em um dia essa “bobeirinha” pode lhe custar R$50, R$200, R$300 ou R$2.465,00 se você bater o carro ou roubarem o seu Laptop.
Ainda tem dúvidas que um desenho de um simples logotipo pode sim custar R$100? Então continuamos…
Depois da visita ao seu cliente a pesquisa continua. Você vai até o shopping, supermercado ou local onde o cliente de seu cliente consome a marca (lembre-se: seu cliente NÃO É o público final), e então vai observar o seu comportamento, seus hábitos perante o produto.
Contabilize aí: gasolina + estacionamento, ok?
Ah legal, a pesquisa então acabou?
Não, mas não mesmo!
Você vai chegar em seu escritório, vai ligar o seu computador e fazer uma incansável pesquisa por símbolos, nomes, imagens, textos e tudo o que possa lhe ajudar no suporte de tudo aquilo que já pesquisou. Essa pesquisa pode durar horas, dias.
Some aí a internet que você paga, seu aluguel, seu café e tudo o que vai manter você aceso para continuar pesquisando.
Depois da pesquisa, se comunique com o cliente enviando e-mails, ligando e falando sobre a sua pesquisa, quais foram suas impressões e resolva suas possíveis dúvidas.
Sim, você também vai pagar esses minutos no telefone, não? Isso também custa.
Depois de um bom papo e dúvidas resolvidas você já pode começar a tão sonhada parte da criação.
A criação não é composta apenas de internet e photoshop. Ela passa por um longo processo de absorvimento da pesquisa já concebida. Ela envolve mais pesquisa em livros e revistas (isso também é custo, vc os compra todo mês!) de referência que você deve ter, passa por leituras que servirão de base conceitual e argumentativa, sem contar a sua formação e experiência que também o ajudarão indiretamente nessa hora e que também possuem um custo indireto, afinal você investiu 4 anos ou mais de sua vida estudando para fazer um projeto decente.
Aí vem o famoso brainstorm, onde você vai “vomitar” ideias sem se preocupar com a qualidade conceitual ou gráfica. É hora de soltar o traço em seu sketchbook, em folhas de papel ou da maneira que você achar que o exercício o ajude na criação. Você pode usar massinha, canetinhas coloridas, tesoura, cola, arames… enfim. Sem limites nessa hora.
Bom lembrar que, se você tem um conjunto de materiais que servem de insumo para suas criações, você o comprou e vai precisar repor quando estiver acabando né? Pois é, isso custa.
Depois do brain e de dezenas de folhas gastas com seus sketches, você começa iniciar um processo do reconhecimento de uma forma que pode vir a ser o novo logo do seu cliente. Trabalhe na ideia e em suas variantes de maneira incansável. Não se contente com a primeira, segunda ou vigésima ideia. Esgote a sua cachola, relaxe e depois volte ao trabalho com a cabeça mais fresca.
[Relaxe = pare um pouco, tome café, faça um esporte, assista um filme, durma.]
Este processo pode durar dias e dias. A criação de um logo que vai ficar lá na fachada da loja do seu cliente e que vai ficar na fachada do seu portfólio não vai sair de uma hora para outra.
Esses dias e dias vão lhe custar as suas horas que, embutido nelas estão a internet, o aluguel e todo o resto que eu já falei aqui.
Depois que você já rabiscou bastante, agora é a hora mais rápida, a hora de desenhar no Illustrator/Photoshop, né? Não, não é.
Agora você ainda vai definir uma palheta de cores, desenhar o símbolo e escollher a tipografia. Uma boa tipografia também pode levar dias para você achar. O tipo é um ítem tão (ou mais) importante que o símbolo. Não a ignore. Isso quando você não desenha a tipografia especialmente para o logo ou o faz em AllType – Logotipo usando apenas tipografia. Mas trabalhar com tipografia é tão complexo que vale um texto a parte só para projeto tipográfico.
Feito os primeiros desenhos, você vai marcar uma outra reunião com o cliente (isso vai lhe custar novamente!) ou, dependendo do caso você manda por e-mail para ele analisar e aprovar ou não.
Cliente diz: “hummmm, não gostei”. Você já ouviu isso?
Existem muitos designers que nessa hora desanimam, fazem cara feia, dão contra argumentos só para acabar o projeto (agora você descobriu que cobrou pouco), enfim. O cliente está feliz pela sua promessa, pelo seu atendimento e muito mais pelo preço que ele vai pagar, e ele não tem culpa que você cobrou muito pouco. Ou você sustenta até o final ou perderá o cliente pelo seu erro de cálculo.
A não aprovação de uma, duas, três ou mais vezes pode acontecer. Faz parte.
(Você pode fazer um contrato para ambos assinarem antes de iniciar o trabalho, tentando se proteger de dezenas de refações, por exemplo. Tudo pode ser combinado por escrito e assinado).
Bom, se não foi aprovado, hora de voltar para as pesquisas, analisar as considerações do cliente, rafear muito, finalizar, fazer testes de impressão no seu escritório ou na gráfica… E tudo isso vai lhe custar mais tempo, mais materiais de escritório, tinta da impressora, transporte para a gráfica, gasto com impressão ou motoboy para buscar a impressão pra você caso não tenha tempo de ir até a gráfica.
Contente com o resultado? Ligue para o cliente e marque outra visita. (contabilize os custos!)
Ebaaaaa! Aprovado!!!
Hora de voltar para o escritório, finalizar a arte, gravar um CD e fazer a entrega pessoalmente, claro. (Contabilize aí mais uma visita)
Esses exemplos que citei fazem parte de experiências que já tive. Cada caso é um caso, mas de fato cobrar uma merreca por um projeto de design é inviável.
Muitas vezes o próprio possível cliente não reconhece o seu preço, seu conhecimento acadêmico, sua experiência e competência profissinal, se apegando apenas nos números que passou para ele, achando que “desenhar” um símbolo é fácil, rápido e custa pouco. Este tipo de cliente talvez não sirva para você.
Baixando muito o seu preço vai afetar o seu lucro e até o seu custo básico. Você pode até ganhar o cliente cobrando 100 e dar risada dos amigos que cobram 1000, mas não vai conseguir manter o mesmo padrão de qualidade nos próximos projetos, muito menos apresentar um orçamento com 1000% de aumento no próximo logo pra ele, o que tornará o seu negócio insustentável com o tempo.
Valor é um negócio complicado e depende da forma que cada um estipula seu preço. Você pode ser freelancer, ser dono de uma micro empresa ou “sobrinho”. Ser estudante, profissional ou empresário, mas todos tem seu custo/hora.
Se quiser fazer que seu cliente o respeite e o leve a sério, você também tem que se levar a sério, né?
E você, concorda, não concorda ou tem alguma experiência para dividir? Comenta aí!
Você precisa conhecer Inhotim!
Postado por Marco Moreira em fotografia dia October 30th, 2011
Você não conhece Inhotim? Nunca ouviu falar?
“Inhotim caracteriza-se por oferecer um grande conjunto de obras de arte, expostas a céu aberto ou em galerias temporárias e permanentes, situadas em um Jardim Botânico, de rara beleza”
(Sobre nós do site do Inhotim)
Eu estive lá em setembro e só posso reforçar aqui tudo o que já disseram a respeito por aí. Acho que é uma experiência única e rara aqui no Brasil e que todos deveriam ter a oportunidade deste contato com a arte, natureza e a arquitetura que o lugar oferece. Para quem é da área de arte, design e afins então é obrigatório!
O parque fica na cidade de Brumadinho-MG e fica aproximadamente 60km de Belo Horizonte. Existem diversas pousadas que você pode ficar na cidade para poder visitar Inhotim. Eu e minha irmã ficamos na Pousada da Dona Carmita. Um lugar simples, bom preço e ótimo atendimento.
Para conseguir ver todas as obras, desfrutamos de dois dias inteiros andando sem muita parada (O lugar é grande pacas > veja o Mapa). Algumas obras são bem distantes da área central do parque e para que a visita não ficasse tão cansativa e desse tempo de ver tudo, contratamos o serviço de transporte interno do parque. Super rápido e confortável

Na hora do almoço você pode comer nos restaurantes e lanchonetes que tem lá. O preço nos restaurantes é um pouco elevado, mas são lindos e a comida é ótima, vale muito a pena.

Aí também tem o trabalho de paisagismo que é fora de série. Não dá para descrever o que é aquela paisagem combinada com obras de arte ao ar livre. Como dizem os mineiros, é bonidimaisdaconta!

Inhotim é repleto de aves e pequenos animais que podemos ver em meio a natureza…

A Arquitetura das galerias também dão um show a parte.

As galerias e instalações de arte são o foco principal do tour, mas Inhotim é o que é pelo conjunto da obra que mistura natureza, arquitetura, arte e gastronomia, ou seja, Inhotim é tudo de bom.
Uma das obras que mais me impressionou foi as da artista Janet Cardiff. O trabalho que essa mulher faz com o som é coisa de outro mundo. Em uma das instalações ela usou 40 alto-falantes de alta definição para representar um moteto (um tipo de composicão polifônica medieval) onde cada alto-falante se ouvia uma voz diferente. É emocionante e fantástico!
A outra obra de Janet Cardiff nomeada The Murder of Crows é outro espetáculo montado em um imenso salão com 98 alto falantes instalados onde a gravura O sono da razão produz monstros (1799), de Goya foi a inspiração para a produção do som.
Não é permitido fotografar dentro das galerias, então fiz as fotos das obras que ficam a céu aberto. Delicie-se com algumas imagens!
Isso é só uma pequena degustação do que tem para ver. Saiba mais acessando o site de Inhotim, seguindo no Twitter e acompanhando o Blog deles. Veja mais fotos que fiz lá no meu Flickr!
O grande idealizador de Inhotim, Bernardo Paz merece todos os créditos.
E aí, dá para deixar de visitar Inhotim?
Um Sketch do que rolou no EBAI 2011
Postado por Marco Moreira em arquitetura de Informação, tipografia dia October 25th, 2011
Nos dias 21 e 22 de outubro aconteceu o 5º EBAI – Encontro Brasileiro de Arquitetura de Informação e desta vez resolvi fazer o registro do que rolou em forma de palavras-chave em meu Sketchbook.
Cada palestra ganhou uma folha de anotações e com elas fiz um painel para poder baixar e imprimir:
Além disso disponibilizei as páginas separadas de cada palestra para quem quiser baixar.
Então o que está esperando, baixe aqui o zip com os sketches!
UX no Limite: como fazer um bom trabalho em experiência do usuário apesar das limitações
Search Engine Optimization – SEO: a contribuição do Bibliotecário na otimização
Crowd Sourcing: Usando as comunidades virtuais para gerar e discutir ideias de design
Interatividade + Tv
A influência das cores na usabilidade de interfaces através do design centrado no comportamento cultural do usuário
UX=MKT²
Design Livre e Cultura Colaborativa
Interface para um ambiente de consumo + Participação: um widget social para a experiência Globo.com
Panorama do Mercado de Trabalho
Arquitetura de Informação sem wireframe
Design em sites de encontro: Promessas de amor verdadeiro, rápido, anônimo e gratuito
Pratique o que você prega: sua entrevista de trabalho é sua primeira entrega
Eric Reiss (Fat DUX)
E se você quiser baixar um ux-wallpaper maneiro para o seu Lap ou Desktop disponibilizei também em alguns tamanhos:
1366×768 | 1024×768 | 1280×800 | 1440×900 | 1280×1024 | 1920×1080 | 1680×1050
Baixe aqui o ZIP com todos eles! (A cara deles é essa aí em baixo)
Foi feito um resumão do EBAI 2011 no Blog Arquitetura de Informação do Fabricio Teixeira. Vale a pena dar uma olhada!
Curtiu? Comenta aí!


























































Magel aqui também: